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Varejo da Paraíba é o único do país que cresceu em dezembro e o 3º maior do Nordeste no acumulado de 2018

A Paraíba foi o único Estado que apresentou crescimento no volume de vendas do varejo no mês de dezembro, em relação ao mês anterior. No acumulado do ano passado, o setor paraibano registrou a terceira maior taxa de crescimento do Nordeste. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os quais mostram que houve expansão de 2,2% do volume de vendas em 2018. Os estados do Rio Grande do Norte (6,8%), Maranhão (5,9%) e Paraíba (2,2%) apresentaram os maiores crescimento da Região, enquanto a média do país apresentou alta de 2,3%.

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Marconi Medeiros toma posse no Conselho Deliberativo do Sebrae Paraíba

Na última sexta-feira, dia 11, o empresário Marconi Medeiros tomou posse como presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae Paraíba. A cerimônia, que também empossou a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal da instituição para o quadriênio 2019-2022,aconteceu no auditório do Centro de Educação Empreendedora do Sebrae, na capital paraibana.

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Confiança do comércio fecha 2018 no maior nível em cinco anos

Apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) alcançou 115,5 pontos no mês de dezembro. Na comparação com novembro, o indicador apresentou alta de 5,4%, na série com ajuste sazonal, e, em relação a 2017, o avanço foi de 5,7%. A pesquisa também revela que três em cada quatro varejistas pretendem contratar mais nos próximos meses.

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CNC prevê que 46% da segunda parcela do 13º salário será gasta no comércio

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que no fim de 2018 o pagamento do 13º salário terá somado R$ 204,4 bilhões, o que representa 1,8% a mais em relação aos R$ 200,9 bilhões pagos em 2017. De acordo com o estudo, dos R$ 90,6 bilhões que serão pagos na segunda parcela do 13º salário, R$ 41,3 bilhões (46%) deverão ser usados em curto prazo no comércio e R$ 21,1 bilhões (23%) servirão para o pagamento de dívidas. Os R$ 28,2 bilhões (31%) restantes deverão se destinar ao setor de serviços, gastos na quitação de obrigações de início de ano ou simplesmente poupados para consumo futuro.

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