CNC orienta o setor sobre o novo coronavírus

Apesar das incertezas provocadas pela pandemia do novo coronavírus, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acredita que o momento exige cautela e pede ao setor que alarmismos sejam evitados. A entidade está atenta aos desdobramentos e aos impactos humanos e materiais do caso, que estão sendo dimensionados, por isso selecionou orientações aos públicos de interesse.

“A epidemia do Corona vírus elevou o estresse nos mercados financeiros, aumentou a aversão ao risco e a fuga de recursos da BMF, elevando a cotação do Dólar”, aponta o economista chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu, lembrando que, apesar da alta da moeda americana, a inflação está controlada internamente e a queda nos preços de outros componentes (como petróleo e demais commodities) deve influenciar os índices de preço para baixo, anulando a pressão do câmbio.

Os setores dependentes de peças e insumos do exterior, principalmente da China, já vêm sofrendo perda de ritmo em suas atividades, impacto agravado com a alta do dólar. O turismo é outra atividade que se vê fortemente impactada, com cancelamentos de viagens, hospedagens e eventos. Por outro lado, há um potencial efeito para as vendas do comércio associado à queda de juros e inflação, que deverão também influenciar positivamente o comércio e a economia do País, já que podem alavancar o consumo.

O reconhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que a expansão do novo coronavírus adquiriu o nível de pandemia eleva necessidade de adoção de medidas preventivas e de coordenação dos diversos segmentos do governo e da sociedade. Por isso, a CNC está orientando seus colaboradores e divulgando informações às Federações que integram o Sistema Comércio, no sentido do cumprimento das orientações do Ministério da Saúde, adotando medidas de higienização e ações austeras em sua rotina.

A Confederação pede ainda que as empresas e instituições do setor sejam parceiras na divulgação das informações e na orientação de seus colaboradores acerca de hábitos de prevenção e manifesta a confiança de que os problemas serão superados, com a necessária mobilização coordenada do governo, empresários e da sociedade para as ações preventivas e reativas que se fizerem necessárias.

Mercado

O Governo anunciou um primeiro pacote de medidas para a economia reagir ao coronavírus, com destaque das ações que terão impacto no comércio: antecipação de 50% do 13º para aposentados e pensionistas do INSS, que deverá injetar R$ 23 bilhões no consumo já em abril; redução dos juros ao crédito consignado e aumento das margens de empréstimos; diminuição das tarifas de importação de produtos de saúde, como medicamentos e insumos médicos.

Um novo corte nos juros fatalmente será anunciado pelo Banco Central na próxima semana, o que também apoiará o comércio. O crédito deverá seguir crescendo, com condições mais baratas de financiamentos. O momento é oportuno para consumidores e empresários negociarem taxas e condições de pagamento com bancos e instituições financeiras, e evitar o endividamento excessivo.

Apesar da alta do Dólar, a inflação está controlada internamente, a queda nos preços de outros componentes (como petróleo e demais commodities) deve influenciar os índices de preço para baixo, anulando a pressão do câmbio e mantendo os preços reduzidos.

A economia está se recuperando gradualmente, mas a cautela das famílias poderá impactar o consumo. O otimismo dos consumidores vinha aumentando, porém a confiança possivelmente será reduzida nos próximos meses.

Setor

Os comerciantes devem acompanhar ainda mais de perto a rotatividade dos estoques e o ritmo das vendas. No cenário de preços mais baixos, mas com possível queda na confiança dos consumidores, deve-se evitar estoques elevados.

A renegociação de prazos com fornecedores é recomendável para melhorar os fluxos de caixa. Além de cortes temporários de despesas consideradas supérfluas, o esforço maior para aproximar os vencimentos de despesas com as receitas também auxiliará no caixa das empresas.

No dia-dia dos estabelecimentos, lojas e empresas, os funcionários e colaboradores devem ser orientados a observarem com atenção o movimento de pessoas, utilizarem álcool em gel após contato e atendimento aos clientes.

Observar o movimento de consumidores nas lojas e estabelecimentos, caso necessário, ajustar a jornada de trabalho dos funcionários. Os custos com a mão de obra também podem ser reduzidos.

Apesar das incertezas provocadas pela pandemia do novo coronavírus, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acredita que o momento exige cautela e pede ao setor que alarmismos sejam evitados. A entidade está atenta aos desdobramentos e aos impactos humanos e materiais do caso, que estão sendo dimensionados, por isso selecionou orientações aos públicos de interesse.

“A epidemia do Corona vírus elevou o estresse nos mercados financeiros, aumentou a aversão ao risco e a fuga de recursos da BMF, elevando a cotação do Dólar”, aponta o economista chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu, lembrando que, apesar da alta da moeda americana, a inflação está controlada internamente e a queda nos preços de outros componentes (como petróleo e demais commodities) deve influenciar os índices de preço para baixo, anulando a pressão do câmbio.

Os setores dependentes de peças e insumos do exterior, principalmente da China, já vêm sofrendo perda de ritmo em suas atividades, impacto agravado com a alta do dólar. O turismo é outra atividade que se vê fortemente impactada, com cancelamentos de viagens, hospedagens e eventos. Por outro lado, há um potencial efeito para as vendas do comércio associado à queda de juros e inflação, que deverão também influenciar positivamente o comércio e a economia do País, já que podem alavancar o consumo.

O reconhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que a expansão do novo coronavírus adquiriu o nível de pandemia eleva necessidade de adoção de medidas preventivas e de coordenação dos diversos segmentos do governo e da sociedade. Por isso, a CNC está orientando seus colaboradores e divulgando informações às Federações que integram o Sistema Comércio, no sentido do cumprimento das orientações do Ministério da Saúde, adotando medidas de higienização e ações austeras em sua rotina.

A Confederação pede ainda que as empresas e instituições do setor sejam parceiras na divulgação das informações e na orientação de seus colaboradores acerca de hábitos de prevenção e manifesta a confiança de que os problemas serão superados, com a necessária mobilização coordenada do governo, empresários e da sociedade para as ações preventivas e reativas que se fizerem necessárias.

Mercado

O Governo anunciou um primeiro pacote de medidas para a economia reagir ao coronavírus, com destaque das ações que terão impacto no comércio: antecipação de 50% do 13º para aposentados e pensionistas do INSS, que deverá injetar R$ 23 bilhões no consumo já em abril; redução dos juros ao crédito consignado e aumento das margens de empréstimos; diminuição das tarifas de importação de produtos de saúde, como medicamentos e insumos médicos.

Um novo corte nos juros fatalmente será anunciado pelo Banco Central na próxima semana, o que também apoiará o comércio. O crédito deverá seguir crescendo, com condições mais baratas de financiamentos. O momento é oportuno para consumidores e empresários negociarem taxas e condições de pagamento com bancos e instituições financeiras, e evitar o endividamento excessivo.

Apesar da alta do Dólar, a inflação está controlada internamente, a queda nos preços de outros componentes (como petróleo e demais commodities) deve influenciar os índices de preço para baixo, anulando a pressão do câmbio e mantendo os preços reduzidos.

A economia está se recuperando gradualmente, mas a cautela das famílias poderá impactar o consumo. O otimismo dos consumidores vinha aumentando, porém a confiança possivelmente será reduzida nos próximos meses.

Setor

Os comerciantes devem acompanhar ainda mais de perto a rotatividade dos estoques e o ritmo das vendas. No cenário de preços mais baixos, mas com possível queda na confiança dos consumidores, deve-se evitar estoques elevados.

A renegociação de prazos com fornecedores é recomendável para melhorar os fluxos de caixa. Além de cortes temporários de despesas consideradas supérfluas, o esforço maior para aproximar os vencimentos de despesas com as receitas também auxiliará no caixa das empresas.

No dia-dia dos estabelecimentos, lojas e empresas, os funcionários e colaboradores devem ser orientados a observarem com atenção o movimento de pessoas, utilizarem álcool em gel após contato e atendimento aos clientes.

Observar o movimento de consumidores nas lojas e estabelecimentos, caso necessário, ajustar a jornada de trabalho dos funcionários. Os custos com a mão de obra também podem ser reduzidos.